América do Sul Colômbia

San Andrés, Providencia e Santa Catalina – Diário de Viagem

Em Fevereiro de 2016 fizemos nossa primeira viagem para o Caribe e o destino escolhido foi o arquipélago de San Andrés, que pertence a Colômbia. Ao todo foram 9 dias nesse paraíso que se torna cada vez mais conhecido pelos brasileiros.

Nossos dias foram divididos entre as ilhas de San Andrés, Providencia e Santa Catalina, que são as três maiores do arquipélago.

O custo total da nossa viagem foi de R$ 8134,00 para duas pessoas. Você pode acessar a planilha de custos da viagem em outro post que fiz especialmente para isso.

Dia 1 – Chegada em San Andrés – 23/02/2016

Praia Peatonal

Voamos pela Copa Airlines saindo do Aeroporto do Galeão (Rio), em voo noturno que partiu por volta de 1h40. Antes de chegar a ilha nosso voo fez uma escala de aproximadamente 5h30 no Aeroporto Internacional Tocumen (Cidade do Panamá).

Chegamos em San Andrés por volta de 13h do dia 23/02, depois de uma viagem que apesar de não ter um voo muito longo, foi cansativa devido a escala no Panamá. Após fazer o check-in no Hostal Central Beach, aproveitamos para caminhar pela praia Peatonal e por lá almoçamos no Subway que foi a opção mais viável naquele momento em que precisávamos apenas comer algo.

Após caminhar um pouco pela Peatonal, seguimos pelas ruas do centro comercial e acabamos indo em direção ao nosso hotel. Nossa ideia era descansar um pouco, pois no dia seguinte teríamos que acordar bem cedo para pegar o voo a Providencia.

A noite andamos a procura de um restaurante e acabamos parando no Seaweed. O lugar foi um achado, pois eles servem um ceviche delicioso. Até eu que sou bem chato com cebola, comi e gostei. Depois do jantar seguimos para o hotel, pois o próximo dia prometia desde cedo, literalmente.

Dia 2 – Chegada em Providencia e volta na ilha – 24/02/2016

Cabeça de Morgan

Acordamos bem cedo e pegamos um voo para a Ilha de Providencia, que faz parte do arquipélago. Após 25min de voo já estávamos desembarcando. Seguimos para nosso hotel, o El Pirata Morgan, onde fizemos o check-in e fomos para um passeio de volta a ilha.

O passeio saiu do próprio hotel e fez a volta no sentido horário, fazendo parada em 3 lugares: no centro (através da Ponte dos Namorados, que liga Providencia a Santa Catalina), na maravilhosa ilha de Cayo Cangrejo e uma última para o almoço na praia de Southwest. Ao final do passeio o barqueiro deixa todos de volta ao hotel.

Esse passeio de volta a ilha é muito recomendável. Através dele foi possível ter uma noção do que são as barreiras de corais no entorno de Providencia, que são as terceiras maiores do mundo. Além disso, a parada em Cayo Cangrejo sai bem econômica, pois os barqueiros cobram quase o mesmo preço só para levar e buscar em Cayo. Outro destaque se dá por ele passar pela Cabeça de Morgan, que é uma formação rochosa em forma de cabeça que só é possível ver de forma mais clara para quem olha pelo mar.

Depois do passeio passamos o restante da tarde na praia de Agua Dulce. Além das águas tranquilas, ela tem uma linda vista do por do sol se escondendo atrás do mar.

A noite ficamos pela região do nosso hotel e jantamos nele mesmo, já que fizemos a reserva com plano de refeição do jantar incluído.

Dia 3 – Mergulho em Providencia – 25/02/2016

Mergulho em Providencia

Na parte da manhã fizemos um mini curso de mergulho no Felipe Diving, que fica na praia de Agua Dulce. A parte teórica do curso é feita na própria escola de mergulho. Depois de entender a teoria, era hora de ir para o mar fazer alguns exercícios de respiração e então seguir para o mergulho na região de San Felipe.

O mergulho durou aproximadamente 40min no total e a experiência não poderia ser diferente de algo maravilhoso. A riqueza de corais e a água cristaliza fazem a experiência se tornar inesquecível.

Após o mergulho decidimos alugar uma Mule da Kawasaki (pequenos carrinhos populares nas ilhas), para dar uma volta e conhecer toda a ilha. Esta foi a melhor maneira de conhecer melhor os lugares, pois o transporte público é praticamente inexistente e ficar pagando táxi toda hora não estava em nossos planos.

Rodamos ao redor de toda a ilha, fizemos algumas paradas, almoçamos no Deep Blue e encerramos nosso dia na praia do Forte, localizada na pequena ilha de Santa Catalina. A praia tem esse nome pois ela fica praticamente debaixo de um dos fortes que cercavam a ilha.

Dia 4 – Cayo Cangrejo e volta para San Andrés – 26/02/2016

Ilha de Cayo Cangrejo

Por ser nosso último dia em Providencia, acordamos bem cedo e fizemos mais uma volta de carrinho pela ilha, seguindo em direção a ilha de Cayo Cangrejo novamente. Pegamos um dos barcos que saem do Deep Blue em direção a ilha e ficamos lá até a hora do almoço.

O detalhe desta visita em Cayo foi que o barqueiro esqueceu de nos buscar na ilha! Esperamos meia hora além do combinado e nada dele aparecer. Como havíamos acertado de pagar na volta, conversamos com um outro barqueiro que estava carregando um pessoal e ele nos deixou de volta em Providencia. Ele nos cobrou 1/3 do total que teríamos que pagar ao barqueiro com Alzheimer. Dos males o menor.

De volta a Providencia seguimos voando para o hotel, onde fizemos o check-out em cima da hora limite e fomos almoçar no Miss Elma. No restaurante veio o segundo desespero do dia. Ele só aceitava Visa e meu cartão era Master. Como estava sem dinheiro suficiente no bolso e não tinha nenhum caixa pra sacar por perto, tive que ir ao nosso hotel pedir ajuda a Francia (recepcionista que na verdade era um anjo enviado do céu). Expliquei a situação e ela aceitou passar COP 50.000 no meu cartão e me dar o valor em dinheiro. Se não fosse por ela, não saberia o que fazer.

Por volta de 15h seguimos para o aeroporto e pegamos um voo de volta a ilha de San Andrés. Após desembarcar e pegar o táxi (que já havíamos marcado por Whatsapp), veio o terceiro e último desespero do dia. Como eu estava sem dinheiro para pagar o táxi, pedi ao Ted (nosso motorista), para passar por algum caixa e assim poder sacar dinheiro. O primeiro caixa estava fora do ar e o segundo estava super lotado. Resumo: ele deixou para acertarmos a corrida depois! Meus Deus, mais um anjo! Amei esse povo colombiano.

Chegamos ao Villa San Miguel, onde ficamos hospedados, fizemos check-in e aproveitamos para nos programar para os passeios que faríamos nos dias seguintes. Ah, aproveitamos para comer o ceviche do Seaweed na janta novamente 😀

Dia 5 – Johnny Cay, Acquario e Haynes Cay – 27/02/2016

Ilha de Johnny Cay

Podemos dizer que este foi o nosso primeiro dia de fato em San Andrés. Reservamos o dia inteiro para conhecer as ilhas mais famosas no entorno de San Andrés. Bem cedo já estávamos na marina para comprar os passeios. Nessa hora vale pesquisar e chorar para o preço cair. No final pagamos metade do valor que nos foi oferecido pela primeira pessoa, por um passeio de dia inteiro que passava pelas ilhas de Jhonny Cay, Acquario, Haynes Cay e pelos Manglares (como eles chamam os mangues em espanhol). Nunca deixe de negociar os preços por lá!

O passeio começou pela Ilha de Johnny Cay, que fica a 10 minutos de barco de San Andrés. A ilha é linda e muito pequena. Todo o entorno dela é de águas cristalinas e como sempre de areia muito branca. A parte frontal, que fica virada para San Andrés, é mais propícia ao banho pois é toda de areia. A parte de trás é coberta por corais mortos, que fazem uma barreira entre o mar e a areia, formando piscinas com a água que passa entre os corais. Para dar a volta caminhando pela ilha não é necessário mais que 20 minutos.

O almoço nós fizemos na própria Johnny Cay. Os quiosques servem pratos com preço fixo, então não há necessidade de ficar procurando o mais barato. Os próprios barqueiros explicam como funciona todo o esquema por lá.

Depois seguimos para El Acquario, que não poderia ter nome melhor do que esse. A ilha é formada por uma faixa de areia estreita, protegida por uma grande barreira de corais, que forma uma estrutura parecida com um aquário ou até mesmo uma piscina. Este lugar é famoso pelas arraias, que são exibidas pelos nativos, fazendo com que seja possível pegá-las e tirar fotos. Infelizmente só vimos uma por lá. Esperávamos que tivessem mais.

Colado no Acquario fica a ilha de Haynes Cay. A travessia para ela é feita pela água mesmo, com uma caminhada de 200 metros com a água batendo pouco abaixo da cintura. De forma geral, comparada as duas primeiras, Haynes Cay é a que tem menos atrativos, porém ainda assim é muito bonita.

Já por volta de 16h o passeio partiu em direção aos mangues de San Andrés. Lá foram filmadas algumas cenas do famoso filme Anaconda, lançado em 1997. Os barcos entram pelos mangues mas não fazem nenhuma parada. Como de praxe, os barqueiros fazem muitas piadas envolvendo o mangue e até mesmo com barcos que cruzam o caminho. Os caras se divertem muito!

O passeio se encerrou às 17h, momento em que começou a chover bem forte inclusive. No início da noite a chuva já havia passado e foi possível sair novamente.

Para fechar o dia, fomos conhecer o Beer Station, e por lá ficamos para o nosso jantar. O lugar é um pub no estilo irlandês, bem no estilo Outback e Joe & Leo’s. Comida gostosa e ambiente bem legal, com wifi muito bom (coisa rara em San Andrés).

Dia 6 – West View e Peatonal – 28/02/2016

Praia Peatonal

Nossa ideia era passar o dia em West View, que é como se fosse uma piscina natural pela quantidade de peixes, pela existência de um trampolim e de um toboágua que caem direto no mar.

Acordamos cedo, tomamos café e pegamos um ônibus até lá. Para nossa surpresa o lugar estava semi-fechado, pois havia chovido na noite anterior e um pouco durante a manhã. Com isso o mar estava um pouco agitado e não era permitido entrar na água (fica a dica). A única coisa que possível era visitar a parte interna e alimentar os peixes, sem poder ntrar na água. Decidimos não entrar e voltamos para o centro, novamente de ônibus.

No trajeto de volta ao centro pegamos o ônibus que passa por La Loma, que é um bairro localizado na parte central da ilha e também a mais alta. De lá é possível ter uma linda vista do Mar do Caribe.

De volta ao centro comercial, almoçamos em um restaurante italiano chamado Margheritta. O restaurante em si não tem nada de muito especial, mas vale pelo custo benefício. O restante da tarde ficamos na praia Peatonal, que é a principal de San Andrés e está sempre movimentada.

No jantar, mais uma passada no Beer Station 🙂

Dia 7 – Volta a ilha e West View (agora sim!) – 29/02/2016

Volta a Ilha de San Andrés

Com o tempo melhor, decidimos alugar um carrinho para dar a volta a ilha. Existem muitas agências e o ideal é pesquisar pelo menor preço. Só não recomendo pegar os carrinhos de golf pois eles são muito lentos. Prefira um carrinho da Kawasaki chamado Mule.

Começamos nossa volta pelo lado leste, passando pela praia de Cocoplum, onde fizemos uma parada e fomos até a pequena ilha de Rocky Cay. A ilha fica a uns 300 metros de caminhada com a água batendo na cintura. O lugar é uma porção de terra muito pequena e próximo a ela existe um navio encalhado que rende uma fotos bem legais. Ficamos por lá uma meia hora e seguimos viagem.

Passamos pelo Hoyo Soplador e acabamos não parando. O lugar é um buraco no meio das rochas que proporciona um efeito interessante. Conforme a água do mar bate nas pedras, o buraco “sopra” essa água pra cima e dá um leve banho em quem está no entorno dele. Eu até queria parar, mas tinha que pagar para estacionar na rua e acabei seguindo viagem em direção a West View.

West View foi um dos lugares mais legais de toda a viagem. Logo na entrada eles te dão uma porção de pão para jogar aos peixes, que já ficam lá na expectativa de recebê-los. Com água cristalina, um trampolim e um toboágua que caem direto no mar, passamos o restante do dia por lá. Lá existe uma quantidade enorme de peixes e avistamos até uma arraia passeando pela área.

O destaque fica por conta da estátua de netuno, que fica repousada no fundo do mar e passa um certo ar de suspense no local.

No final da tarde seguimos em direção ao centro comercial passando por La Loma novamente. Desta vez fizemos uma parada na Igreja Batista, que fica em um dos pontos mais altos da ilha e tem uma torre onde é possível subir para ter uma visão panorâmica da ilha. Vista sensacional.

No início da noite devolvemos nosso carrinho e fomos jantar no restaurante La Pizzetta Florio. Havíamos passado por ele na noite anterior e resolvemos voltar para conhecê-lo. As pizzas eram gostosas, mas esperáva-mos um pouco mais.

Dia 8 – Praia de San Luis e jantar no La Regatta – 01/03/2016

Como já havíamos conhecido os pontos mais interessantes da ilha, ficamos um pouco na dúvida do que fazer e resolvemos ir para um lugar novo. Seguimos para a praia de San Luis, que fica no lado leste da ilha, e passamos a parte da manhã por lá. Fomos de ônibus e aproveitamos para descansar um pouco, pois os últimos dias haviam sido intensos. Enquanto nadava por lá, avistei mais uma arraia para a minha alegria 🙂

Já pela hora do almoço voltamos ao centro no intuito de passar a tarde pelas lojas e fazer algumas compras que havíamos programado. Antes disso, almoçamos no CaféCafé, que é um dos restaurantes mais conhecidos da ilha. Eu comi um spaghetti com camarões que estava bem gostoso. Os sucos que eles oferecem também são muito bons. Destaque para a limonada de coco e o suco de lulo. A juliana comeu um fettuccine com frutos do mar que não a agradou muito. Enfim…

Depois do almoço saímos as compras. Depois de visitar algumas lojas e comprar algumas coisas, no fim das contas ainda faltou comprar as lembranças de viagem para os amigos e parentes. De forma geral os artesanatos tradicionais da região tem preço um pouco elevado.

No fim da tarde estávamos de volta ao hotel para nos preparar para o jantar no La Regatta. O restaurante tem um ambiente muito bem decorado e de muito bom gosto. Ele fica em uma plataforma sobre o mar e tem uma iluminação baixa que o deixa com um ambiente bem aconchegante.

A comida é realmente maravilhosa e muito bem servida. Nossa entrada foi uma porção de lagostim e nosso prato principal se chamava Fiesta Nautica. Nele foram servidos meia lagosta, siri, lula, polvo, camarões grandes, mexilhões e uma fatia generosa de filé de peixe. Para encerrar, pedimos uma panacota que tinha umas frutinhas em cima, chamadas de corozo, que fizeram uma combinação deliciosa!

No final achamos o valor da conta muito tranquilo pela quantidade de comida e pela qualidade do serviço. Vale ressaltar que o local só atende por meio de reserva.

Dia 9 – Passeio de bicicleta e retorno ao Rio – 02/03/2016

Passeio de bicicleta pela ilha

Nosso último dia havia chegado e precisávamos aproveitar principalmente a parte da manhã, pois nosso check-out deveria ser feito até às 13h. Sendo assim, pegamos duas bicicletas para conhecer uma parte da ilha. Fizemos uma passeio de aproximadamente duas horas pela orla oeste, e na hora do almoço estávamos de volta ao centro. Depois de devolver as bicicletas, aproveitamos para comprar algumas coisas que ainda faltavam.

Após o check-out, almoçamos e ficamos curtindo nossa tristeza de fim de viagem de frente para a praia Peatonal, onde aguardamos a hora de seguir para o aeroporto.

Detalhe que na Villa San Miguel, onde nos hospedamos, eles oferecem um banheiro com chuveiro para quem precisa curtir o restante do dia após o check-out, e tem que tomar um banho antes de voltar pra casa. Iniciativa muito legal deles.

Na hora de voltar, pegamos um Táxi com o Ted novamente e aproveitei para pagar a corrida que havia feito fiado alguns dias antes… Hehe

Nosso voo de volta também foi pela Copa Airlines e seguiu o mesmo trajeto até o Rio, com escala na Cidade do Panamá. Como também foi um voo noturno, chegamos de volta ao Rio na manhã do dia seguinte.

Resumindo…

O período de nove dias foi suficiente para conhecer o arquipélago com tranquilidade, sem correria e sem deixar lugares que desejávamos conhecer para trás. É um tempo bom e dá até mesmo para visitar algum lugar preferido mais de uma vez.

Não fosse o fato de infelizmente Cayo Bolivar estar fechada, seria possível ter conhecido ela também. Devido ao turismo intenso, a mesma precisou ter a visitação suspensa temporariamente para que possa ser “restaurada”, ter um controle maior de turismo e então ser reaberta aos visitantes novamente.

So você pensa em conhecer o Caribe e não quer pagar os altos preços que outros lugares mais famosos vão te fazer pagar, San Andrés te oferece uma experiência de Caribe maravilhosa e por um preço muito mais acessível.

– – – – –

Ficou com dúvida em algum ponto? Tem alguma dica pra compartilhar? Deixe seus comentários abaixo.
Até a próxima viagem 🙂

Você também vai gostar

8 Comentários

  • Reply
    Bárbara
    29 de março de 2016 at 16:50

    Olá, Parabéns pelo relato da viagem. Adorei!!! Fiquei apenas com uma dúvida: as passagens para a Ilha de Providência vocês compraram com antecedência ou foi lá em San Andres mesmo?

    Obriagda.

    • Reply
      Diego Faria
      29 de março de 2016 at 17:41

      Obrigado Bárbara 🙂
      Nós compramos com mais ou menos 1 mês de antecedência pelo site da Satena, que é a única empresa aérea que voa de San Andrés para Providencia.
      O ideal é comprar antes, pois existem apenas dois voos para lá por dia e os aviões são pequenos (com apenas uns 15 ou 18 lugares). Comprar na hora é correr o risco de não ter mais lugares.

  • Reply
    Daniele
    13 de julho de 2016 at 12:00

    Oie, parabéns pelas dicas da viagem.. Perfeitoo! Mais ainda tenho algumas dúvidas rsrs Vocês ficaram apenas um dia no Hostal Central e deixaram as malas la e foram até Providencia? Depois mudaram de hotel na volta de Providencia? Acha viável fazer um bate volta até Providencia, tenho interesse apenas em conhecer Cayo Cangrejo ja que Cayo Bolivar encontra-se fechado. É longe do aeroporto o local de embarque para esse passeio?

    • Reply
      Diego Faria
      13 de julho de 2016 at 13:54

      Oi Daniele, obrigado e sinta-se livre para enviar suas perguntas 🙂
      Nós ficamos no Hostal Central Beach apenas no dia de chegada. Quando fomos para Providencia levamos nossas malas e ficamos dois dias por lá, no El Pirata Morgan. Na volta para San Andrés que escolhemos ficar em outro local.
      Sobre o bate-volta em Providencia, eu acho muito cansativo e até mesmo um pouco inviável financeiramente. São 3h de catamarã ou 25min de avião até lá. Lá você vai acabar querendo fazer outras coisas também: mergulhar, fazer o passeio de volta a ilha, visitar Cayo Cangrejo… Enfim, se possível passe dois dias por lá. Providencia tem a terceira maior barreira de corais do mundo!

      Se quiser mais dicas de hospedagem em San Andrés, essa semana coloquei um post novo falando sobre elas aqui.

      • Reply
        Daniele
        13 de julho de 2016 at 15:12

        Aah legal , então vou pensar nessa hipotese de 2 dias em Providencia, mais em questão do peso das malas como fizeram? Vi em varios comentarios que são somente 10 kg né?

        • Reply
          Diego Faria
          13 de julho de 2016 at 15:42

          Nós levamos apenas coisas muito básicas, como roupas leves e de praia mesmo. Não lembro do peso que as malas somaram na época, mas é bem tranquilo se manter abaixo dos 10kg estabelecidos.

  • Reply
    Beatriz Castro
    18 de janeiro de 2018 at 10:03

    Diego,

    Estou pesquisando passagens para Providencia através da Satena, porém não existe mais disponibilidade nos dias que estarei em San Andres.
    Já li sobre uma companhia local chama TAC, que vende passagens apenas no balcão, você sabe algo sobre essa companhia e se acha que conseguirei comprar diretamente no balcão mesmo?

    Parabéns pelo blog!!

    • Reply
      Diego Faria
      21 de janeiro de 2018 at 15:12

      Oi Beatriz.
      Essa TAC não vende online mesmo, só consegue comprar depois que estiver por lá. Pelo que já andei vendo, dizem que o preço da TAC é mais em conta e tem alguns voos diários. As agências de viagem locais comercializam as passagens dela. Tenta entrar em contato com alguma agência de San Andrés e já se adiantar com relação a preço/disponibilidade, e quem sabe até fazer sua reserva logo.
      Em último caso, se você não enjoar no mar, também pode ir de balsa.

      Boa viagem e obrigado pela visita 🙂

    Envie um comentário